Arte Naval

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Carga Horária Programada – 24 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Arte Naval destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à nomenclatura naval e marinharia, ao navio e suas características. Para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Nomenclatura do navio.
2) Classificação dos navios.
3) Cabos.
4) Trabalhos do marinheiro.
5) Poleame, aparelhos de laborar e acessórios.
6) Aparelho de governo.
7) Aparelho de fundear e suspender.
8) Estabilidade, arqueação e deslocamento.

Para atender a esse conteúdo a seguinte publicação será utilizada no transcorrer do módulo:

FONSECA, MAURÍLIO M. – Arte Naval. Rio de Janeiro – SDM.

– Capítulo 1 – Nomenclatura do Navio.
– Capítulo 2 – Geometria do Navio.
– Capítulo 7 – Cabos.
– Capítulo 8 – Trabalhos do Marinheiro.
– Capítulo 9 – Poleame, Aparelhos de Laborar e Acessórios.
– Capítulo 10 – Aparelhos de Fundear e Suspender.
– Capítulo 11 – Aparelho de Governo, Mastreação e Aparelhos de Carga.

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Legislação e Regulamentação

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Sumário do Módulo: O módulo de Legislação destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à Navegação em Águas Restritas, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) LESTA e RLESTA – Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador.
2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima, fluvial e lacustre.
3) Inquéritos administrativos sobre acidentes e fatos da navegação.
4) Borda-livre e estabilidade intacta.
5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar.
6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior.
7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras.
8) Serviço de Praticagem no Brasil.
9) Auxílios à navegação.
10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN.
11) Cerimonial da Marinha Mercante.
12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira.
13) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS).

Para atender a esse conteúdo as seguintes publicações serão cobertas no transcorrer do módulo:

1) NORMAM-01/DPC – BRASIL. Diretoria de Portos e Costas. Normas da Autoridade Maríti- ma para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto. Cap7: Borda-Livre e Estabilidade Intacta. Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714.
2) NORMAM-02/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior. Cap.11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior.
3) NORMAM-08/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras.
4) NORMAM-09/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.
5) NORMAM-12/DPC – Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.
6) NORMAM-17/DHN – Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação.
7) NORMAM-22/DPC – Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante.
8) NORMAM-26/DHN – Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS).
9) BRASIL. Lei no 2.180, de 05 de fevereiro de 1954. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo.
10) BRASIL. Lei n° 9.537, de 11 de dezembro de 1997. Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA).
11) BRASIL. Decreto no 2.596, de 18 de maio de 1998. Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA).
12) BRASIL. Portaria no 156/MB, de 3 de junho de 2004. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de Direção-Geral, de Direção Se- torial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especi- ficadas. (disponível em www.dpc.mar.mil.br – Seg. do Tráfego Aquaviário – Legislação).
13)CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA, 1972 – COLREG – International Maritime Organization – IMO (4a Edição: 2003).
14) Publicações náuticas da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) relacionadas abaixo:
– Cartas Náuticas;
– Carta 12.000 (Símbolos, Abreviaturas e Termos);
– Avisos aos Navegantes;
– Roteiro;
– Lista de Faróis;
– Lista de Auxílios-Rádio;
– Tábuas das Marés;
– Cartas de Correntes de Maré; e
– Cartas Piloto.

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Fundamentos de Navegação 1

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– 32 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Fundamentos de Navegação 1 destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos básicos iniciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à Navegação em Águas Restritas, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Instrumentos náuticos e de navegação.
2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA).
3) Carta Náutica.
4) Navegação de praticagem.
5) Navegação de segurança.
6) Navegação com corrente.
7) Navegação com mau tempo.
8) Navegação fluvial.
9) Navegação batimétrica.

Para atender a esse conteúdo os seguintes itens bibliográficos:

MIGUENS, ALTINEU PIRES – Navegação: A Ciência e a Arte – Rio de Janeiro. DHN – (1a Edição: 1996) Volumes I e III. (disponível em www.dhn.mar.mil.br).

VOLUME – I
– Capítulo 1– O Problema Geral da Navegação.
– Capítulo 2 – Projeções Cartográficas; a Carta Náutica.
– Capítulo 3 – Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações.
– Capítulo 4 – A Posição no Mar: Navegação Costeira.
– Capítulo 5 – Navegação Estimada.
– Capítulo 6 – Determinação da Posição por Marcações Sucessivas
– Capitulo 7 – Emprego de Linhas de Posição de Segurança.
– Capítulo 8 – Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas.
– Capítulo 10 – Marés e Correntes de Maré; Correntes Oceânicas.
– Capítulo 11 – Instrumentos Náuticos.
– Capítulo 12 – Publicações de Auxílio à Navegação.

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Fundamentos de Navegação 2

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Carga Horária Programada – 32 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Fundamentos de Navegação 2 destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos básicos iniciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à Navegação em Águas Restritas, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

01) Marés e correntes de maré.
02) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”).
03) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”; “Monitoring the ship ́s progress”; “Teamwork”; e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”).
04) Navegação com o Prático a bordo.
05) Embarque e desembarque de Práticos.
06) Procedimentos operacionais do Prático.
07) Gerência de passadiço.
08) Contingências.
09) Utilização de equipamentos do passadiço:

a) Odômetro;
b) Radar;
c) Ecobatímetro;
d) Anemômetro e anemoscópio;
e) Barômetro;
f) GPS e DGPS;
g) Carta Eletrônica e ECDIS;
h) Doppler Sonar; e
i) “AutomaticIdentificationSystem”(AIS).

Para atender a esse conteúdo os seguintes publicações serão utilizadas no transcorrer do módulo:

1) MIGUENS, ALTINEU PIRES – Navegação: A Ciência e a Arte – Rio de Janeiro. DHN – (1a Edição: 1996) Volumes I e III. (disponível em www.dhn.mar.mil.br).

VOLUME – I
– Capítulo 14 – Navegação Radar.

VOLUME – III
– Capítulo 37 – Navegação por Satélites.
– Capítulo 38 – Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação.
– Capítulo 40 – A Navegabilidade dos Rios.
– Capítulo 42 – Navegação com Mau Tempo.

2) SWIFT, Capt. A. J., FNI & BAILEY, Capt. T.J., FNI – Bridge Team Management, a Practical Guide – THE NAUTICAL INSTITUTE (2a Edição: 2004).
3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO – Resolução No A.917(22)– Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS), com a emenda da Resolução A.956(23).
4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO – Resolução No A.817(19) – Per- formance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS), com a emenda do Maritime Safety Committee MSC.232(82).
5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO – Resolução No A.1045(27) – Pilot Transfer Arrangements.
6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO – Resolução No A.960(23) – Rec- ommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Comunicações

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Sumário do Módulo: O módulo de Comunicações destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange às comunicações marítimas e o uso do idioma inglês à bordo, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Vocabulário padrão de navegação marítima.
2) Código Internacional de Sinais.
3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS).

Para atender a esse conteúdo os seguintes publicações serão utilizadas no transcorrer do módulo:

1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES. Resolução No A.918(22) da International Maritime Organization– IMO.
2) BRASIL. Diretoria de Portos e Costas. MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL, – Rio de Janeiro (2a Edição: 2011). (disponível em www.dpc.mar.mil.br):

– Unidade 1 – Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1.1 a 1.4; 1.7 e 1.8);e
– Unidade 3 – GMDSS (3.1 a 3.6, 3.8, 3.10, 3.10.1, 3.10.2, 3.10.4 e 3.10.6).

3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS – International Maritime Organization – IMO (4a Edição: 2005).

a)CAPÍTULOS I a V, VII, VIII, X, XI, XII;
b)SEÇÃO GERAL

I – Distress – emergency
Abandon
Assistance
Distress
Search and Rescue
Survivors

II – Casulties – damages
Collision
Fire – explosion
Towing – tugs

III – Aids to navigation
Canal – channel – Fairway
Dangers to navigation

IV – Manoeuvres

V – Miscellaneous
Pilot

c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions)

I – Request for Medical assistance – Chapter I

d) APÊNDICES
1 – Distress signals
2 – Table of signaling flags
4 – Radiotelephone procedures

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Princípios da Arquitetura Naval – Controlabilidade

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Carga Horária Programada – 24 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Controlabilidade destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange ao emprego de mecanismos e superfícies de controle na manobra e governo de navios, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1 – Superfícies de Controle (lemes)

– Geometria do leme.
– Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme.
– Princípios do escoamento em torno do leme do navio.
– Influências da razão de aspecto do leme.
– Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”.
– Influências da forma do casco na ação do leme.

2 – Controlabilidade do Navio

– Estabilidade de governo.
– Manobras-padrão.
– Estabilidade e controle do navio.
– Análise da habilidade de governo de uma embarcação.
– Acelerações para vante e para ré em um navio.
– Parar o navio.
– Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio.
– Parar o navio com liberdade para guinar.
– A manobra de “rudder cycling”.
– Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada.
– A manobra de “coasting”.
– Equipamentos auxiliares para se parar um navio.
– Efeitos do meio ambiente:

a) Ventos.
b) Correntes.
c) Ondas.
d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente.
e) Interação do navio com:

– águas rasas;
– bancos;
– canais estreitos; e
– outros navios.

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão usados no transcorrer do módulo:

1) LEWIS, EDWARD V. – Principles of Naval Architecture, SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. III (3a Edição: 1988/1989).

VOLUME III – Chapter IX – Controllability – Sections 1,3,4,5,6,10,12, 13 e 14

– Introduction
– Motion Stability
– Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability
– Stability and Control
– Analysis of Turning Ability
– Accelerating, Stopping and Backing
– Effects of the Environment
– Vessel Waterway Interactions
– Hydrodynamics of Control Surfaces
– Geometry, Forces and Moments
– Flow around a Ship’s Rudder
– Scale Effects
– Effect of Aspect Ratio
– Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces.
– Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces
– Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces

2) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING – The Nautical Institute (Edição: 1995).

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Princípios da Arquitetura Naval – Propulsão

Investimento: entre em contato para saber dos preços e promoções em vigor.

Carga Horária Programada – 16 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Propulsão destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange aos tipos de propulsão e o dimensionamento dos dispositivos utilizados para vencer a resistência ao avanço enfrentada pelos navios, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1 – Propulsão do Navio e Propulsores

– Definição de propulsão.
– Teoria da propulsão.
– Interação entre o casco e o propulsor. – Geometria do hélice.
– Cavitação.
– Tipos de propulsores.
– A ação de um propulsor parcialmente submerso.

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão usados no transcorrer do módulo:

1) LEWIS, EDWARD V. – Principles of Naval Architecture, SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. II (3a Edição: 1988/1989).
VOLUME II – Chapter VI –Propulsion– Sections 1, 2, 4, 6, 7, 10

– Powering of Ships
– Theory of Propeller Action
– Interaction between Hull and Propeller
– Geometry of the Screw Propeller
– Cavitation
– Other propulsion devices (jet propulsion, paddle wheels, vertical-axis propellers, controllable-pitch propellers, tandem and contrarotating propellers, super-cavitating propellers and overlapping propellers)

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Princípios da Arquitetura Naval – Resistência

Investimento: entre em contato para saber dos preços e promoções em vigor.

Carga Horária Programada – 16 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Resistência destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange as causas e efeitos da resistência ao avanço enfrentada pelos navios, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

Resistências do Navio

– Resistência friccional.
– Resistência a ondas.
– Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices.
– A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”.
– A resistência ao ar e ao vento.
– A resistência adicional devido às ondas.
– Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio.
– Efeitos de águas rasas nas resistências do navio.

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão usados no transcorrer do módulo:

1) LEWIS, EDWARD V. – Principles of Naval Architecture, SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. II (3a Edição: 1988/1989).

VOLUME II – Chapter V – Resistance – Sections 1, 3, 4 e 5

– Introduction
– Frictional Resistance
– Wave-Making Resistance
– Other Components of Resistance

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Rebocadores Portuários

Investimento: entre em contato para saber dos preços e promoções em vigor.

Carga Horária Programada – 24 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Rebocadores destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à ciência e arte do emprego de rebocadores portuários como assistentes nas manobras de navios, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Emprego de rebocador(es) na manobra.
2) Reboque.

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão usados no transcorrer do módulo:

1) HENSEN, Capt. HENK, FNI – Tug use in Port, a Practical Guide – THE NAUTICAL IN- STITUTE (2a Edição: 2003).
2) FRAGOSO, OTÁVIO A. e CAJATY, MARCELO – Rebocadores Portuários – CONAPRA (1a Edição: 2002).

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Shiphandling – Manobra do Navio

Investimento: entre em contato para saber dos preços e promoções em vigor.

Carga Horária Programada – 40 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Shiphandling – Manobra do Navio destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à ciencia e arte de manobrar navios, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes.
2) Manobras de atracação e desatracação.
3) Manobras de fundear, suspender, amarrar, rocegar, amarrar à bóia e largar da bóia.
4) Emprego de rebocador(es) na manobra.
5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços), considerando as correntes locais.
6) Reboque.
7) Amarração

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão usados no transcorrer do módulo:

1) CRENSHAW, RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling (4a Edição: 1975). Chapter 2 – Forces Affecting the Ship;
2) MacELREVEY, DANIEL H. &MacELVERY, DANIEL E. – Shiphandling for the Mariner. CORNELL MARITIME PRESS (4a Edição: 2004).

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.

Meteorologia e Oceanografia

Investimento: entre em contato para saber dos preços e promoções em vigor.

Carga Horária Programada – 24 horas/aula

Sumário do Módulo: O módulo de Meteorologia e Oceanografia destina-se a prover ao aluno e futuro candidato aos processos seletivos para Praticantes de Prático os conhecimentos essenciais necessários à melhor compreensão da bibliografia recomendada pela Autoridade Marítima na NORMAM-12 e pelo último edital no que tange à aos fenomenos e processos meteorológicos e oeceanográficos, para tanto cobre os seguintes itens do conteúdo programático:

1) Interação dos elementos meteorológicos.
2) Circulação do ar.
3) Célula de Hadley.
4) Visibilidade no mar
5) Névoa úmida.
6) Nebulosidades.
7) Nuvens cúmulos-nimbus.
8) Sistemas tropicais.
9) Sistemas frontais.
10) Interpretação do boletim meteoromarinha.
11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar.
12) Interpretação de imagens de satélite (IR).
13) Marés
14) Cartas de correntes de marés.
15) Correntes de densidade e correntes costeiras.
16) Ondas
17) Interpretação de áreas geradoras de vagas.
18) Climatologia
19) Cartas piloto.
20) Navegação meteorológica
21) Navegação de mau tempo.

Para atender a esse conteúdo as seguintes itens bibliográficos serão cobertos no transcorrer do módulo:

1) LOBO, PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES, CARLOS ALBERTO – Meteorologia e Oceanografia – Usuário Navegante – Rio de Janeiro – DHN (2a Edição: 2007).

Além da bibliografia recomendada serão apresentados elementos essenciais da vida de bordo, tradições marinheiras e aspectos do relacionamento com o prático embarcado.